The Cure

Posted in The cure on abril 4, 2010 by thiagodeedee

Biografia

The Cure é uma lendária e altamente influente banda inglesa de rock alternativo, formada em Crawley, Sussex em 1976. A banda já passou por muitas mudanças bruscas, com o guitarrista, homem da frente e principal letrista Robert Smith — conhecido pelo ícone que é seu cabelo desarrumado, pele pálida, batom borrado e as frequentes introspectivas e sombrias letras — sendo o único membro constante.

Alcançando grande sucesso em meados da década de 80, com diversos álbuns que alcançaram grande exposição e popularidade: Disintegration (1989), considerado a obra-prima da banda; Kiss me, Kiss me, Kiss me (1987), album que consolidou a fama da banda; Pornography (1982), uma das mais aclamadas obras-prima do cenário Gótico. A banda entrou em declínio a partir da década de 90 (após o Álbum Wish (1992), que foi bastante aclamado pela crítica e obteve sucesso comercial). Com a chegada do novo século, a banda foi reconhecida mundialmente como uma das mais influentes do rock alternativo moderno. O grupo havia vendido até 2004 mais de 30 milhões de cópias no mundo todo, com 1.1 milhão de vendas certificadas somente no Reino Unido, sendo uma das bandas alternativas de maior sucesso da história. Em Outubro de 2008 a revista britânica NME anuncia a atribuição do prémio ’Godlike Genius’ à banda, em forma de reconhecimento pela contribuição para a música alternativa e pela sua extraordinária carreira.

História

1973-1979 (Antecedentes e Formação)

A história do The Cure confunde-se com a de Robert Smith, nascido no dia 21 de Abril de 1959 em Blackpool, norte de Inglaterra. Acaba por se estabelecer com a família em Crawley, um súburbio de Londres. É um rapaz problemático e acaba por ser expulso da escola que frequentava, por ser considerado má influência para os seus colegas de escola. Apesar da expulsão, acaba por voltar às aulas sem que ninguém note. O tempo que não era usado nas aulas era passado em salas de estudo, ou então podiam também usar esse tempo em atividades culturais. O Robert decidiu formar uma banda para não ter que estar fechado numa sala a estudar.

O primeiro grupo que teve chamava-se The Obelisk que era composto por alunos Notre Dame Middle School de Crawley. Esta banda era composta por Robert Smith (piano), Michael Dempsey (guitarra), Lol Tolhurst (percusssão), Marc Ceccagno (guitarra solo) e Alan Hill (baixo). Em Janeiro de 1976 após deixar os Obelisk, Marc Ceccagno forma os Malice com Robert Smith – agora também na guitarra – e Michael Dempsey – que passou a baixista – juntamente com outros dois amigos de turma da St. Wilfrid’s Catholic Comprehensive School. Passado pouco tempo Ceccagno abandona este projecto para se dedicar á sua nova banda, os Amulet. Pouco tempo depois entra para a banda vindo dos Obelisk, Lol Tolhurst e um guitarrista solo, já bastante conhecido na região pelas suas aptidões, Porl Thompson. Após várias tentativas para conseguirem um vocalista para a banda, Peter O’Toole acabou por ser escolhido. Neste periodo faziam covers de David Bowie, Alex Harvey, Jimi Hendrix, entre outros e começaram também a escrever o seu próprio material. Após alguns concertos que correram menos bem, Robert Smith decide recomeçar com um novo nome, Easy Cure, que surge do título de uma música escrita por Lol Tulhurst.

Concorrem a um concurso promovido por uma editora independente Alemã, a Hansa Records, que vencem, mas pouco depois percebem que tinham ganho o concurso não pelo seu valor mas pela sua imagem. Peter O’Toole abandona o projecto e o Robert assume a voz do grupo em Setembro de 1977. Pouco tempo depois rescindem o contracto com esta editora. O Robert deixa de achar piada ao nome da banda e muda-o para The Cure, pois soava-lhe demasiado “West Coast”. Enviam as suas demos a todas as maiores editoras mas não obtêm qualquer resposta excepto do A&R da Polydor, Chris Parry, que os satisfez… e após algum o tempo convence-os a assinar, não pela Polydor mas sim pela sua própria editora, a Fiction Records. Os The Cure são os primeiros a assinar por esta editora.

O primeiro single da banda, Killing An Arab é lançado no Natal de 1978, single esse que é bem recebido pela crítica Inglesa. O primeiro álbum, Three Imaginary Boys, só sai em junho de 1979, igualmente recebido com muito boas críticas, no entanto o som que caracteriza o álbum, ainda com algumas influências Punk, músicas rápidas e directas, já não são a imagem do Robert Smith desta altura mas sim de um Robert do passado, do periodo Easy Cure. A capa deste álbum tem a particularidade de não ter nome de músicas e não ter imagem alguma da banda, apenas umas imagens relacionadas com cada uma das músicas, criando um certo mistério em torno da banda. Mas o que Chris Parry queria demonstrar com esta atitude era que a banda valia pela sua música e não pela sua imagem. Nesta altura eles queriam demonstrar que eram apenas simples pessoas a fazer música, sem qualquer tipo de imagem. Fazem uma tour de promoção ao álbum e logo de seguida são convidados para serem a banda de suporte para a banda Siouxsie & The Banshees, e lançam dois singles: Boys Don’t Cry (Julho) e Jumping Someone Else’s Train (Outubro). Após uma invulgar deserção no seio desta banda em plena tour, Robert Smith oferece-se para o lugar de guitarrista durante esta Tour e em cada concerto faria os dois “sets”, tanto pelos Cure como pelos Banshees. Aqui termina a fase embrionária, mais ligada á fase Easy Cure e iniciar-se-ia a verdadeira essência da banda. O baixista, Michael Dempsey não se revia na direcção que a banda estava a tomar e decidiu afastar-se antes que Robert Smith o fizesse. Robert decide convidar o baixista Simon Gallup e o amigo deste, o teclista Matthieu Hartley.

1980-1982 (Período Gótico)

Após a gravação deste primeiro álbum o Robert inicia pouco depois a gravação do periodo mais “negro” dos The Cure. A trilogia, Seventeen Seconds, Faith e Pornography. Este periodo é considerado pela grande parte dos fãs como a melhor fase da banda, na qual foram produzidas canções belas e soturnas como A Forest, Play For Today, Primary, All Cats Are Grey, Faith, Charlotte Sometimes, One Hundred Years, The Figurehead ou A Strange Day. À ilusão do Seventeen Seconds, segue-se a letargia do desespero em Faith. Todo esse desespero e emoções contidas transformam-se em raiva, ódio e num desespero ainda mais exacerbado em Pornography, tornando este álbum um marco para a música alternativa.

É um periodo que fica também marcado pelos vários excessos por parte de todos os membros, nomeadamente drogas, o que os levou a distanciarem-se uns dos outros. Na Picture Tour de 1981 os concertos assemelhavam-se a cerimónias religiosas, com uma atmosfera altamente depressiva ao ponto da audiência não aguentar e provocar graves tumultos. Nesta tour antes dos concertos, em vez de uma banda de suporte, apresentavam o filme Carnage Visors de Ric Gallup (irmão de Simon Gallup), um filme animado que criava a atmosfera pretendida para o inicio do concerto. Era frequente o Robert acabar o concerto em lágrimas.

Em 1982 começam a alterar a sua postura de “não-imagem” e começam a mudar o seu visual na digressão do álbum Pornography. Pintam os olhos com batom (que com o suor dava uma sensação de estarem a sangrar dos olhos) e começam a deixar crescer o cabelo duma forma desgrenhada.

Vivia-se um ambiente de “mal estar” dentro da banda e os concertos eram feitos quase sem qualquer diálogo entre os membros. Este período, que levou os membros da banda ao limite das suas capacidades físicas e psíquicas, culminou em cenas de pancadaria entre Simon Gallup e Robert Smith em plena tour de 1982. Os The Cure como eram conhecidos até então tinham acabado. No fim da tour a banda tinha acabado, apesar de oficialmente, o fim nunca ter sido confirmado.

1983-1984 (Período de Indefinição)

Em 1983 numa altura de indefinição quanto ao futuro da banda, Robert Smith inicia um projecto paralelo com o baixista dos Banshees, Steve Severin de nome The Glove. Apenas editam um álbum que foi bastante marcante para os dois, Blue Sunshine. Andy Anderson seria o baterista dos The Glove.

Nesta altura, Robert Smith fazia também parte integrante da banda Siouxsie & The Banshees e é neste periodo com esta banda que Robert adopta a sua imagem de marca, pretendendo de alguma forma integrar-se estéticamente. Lábios esborratados de batom, olhos pintados e o cabelo levantado de uma forma despenteada. Fez tanto sucesso que a sua imagem tornou-se um ícone. O Robert nesta altura sentia-se perfeitamente confortável em ser “apenas” guitarrista e temendo perder o Robert definitivamente para os Banshees, Chris Parry (dono da Fiction Records) incita-o a gravar algo diferente e mais comercial.

Antevendo um descontentamento e desilusão dos fãs, o Robert sugere gravar com um nome diferente que não The Cure, mas Chris Parry consegue convencê-lo dos beneficios. E assim em 1983 surgem os singles Let’s Go To Bed, The Walk e The Lovecats. Como Lol Tolhurst já não conseguia evoluir mais na bateria, passou para os teclados. Andy Anderson, seria o baterista nestas gravações e futuramente seria o novo baterista da banda. O produtor e baixista, Phil Thornalley seria o novo baixista.

Em 1984 os The Cure editam The Top, já com Porl Thompson, que já tinha estado ligado aos Easy Cure. Este é um álbum muito influênciado pela passagem do Robert pelos Banshees e também pela digressão que estes fizeram por Israel. É bastante diferente de tudo já alguma vez feito e deveras estranho, mas que com o tempo se torna cada vez mais apelativo e cativante. Um álbum que de tão estranho, foi recebido friamente e em parte Robert concorda com as críticas pois segundo ele, na altura, os The Cure eram ele e umas quantas pessoas e não verdadeiramente uma banda, de maneira que álbum foi quase completamente feito por ele. The Caterpillar é o único single deste álbum.

1985-1993 (Sucesso Comercial)

Em 1985, após uma longa conversa num bar, Simon Gallup regressa aos Cure e Andy Anderson entretanto já tinha sido substituido por Boris Williams na tour do The Top. O The Head On The Door é lançado e desta vez conseguem verdadeiramente atingir o “mainstream”. Os singles In Between Days e Close To Me são músicas que ainda hoje se ouvem em qualquer lugar. A night Like This é o terceiro single do álbum. Para além desses clássicos este álbum possui outras preciosidades que marcam a história da banda como a Sinking, Push, The Baby Screams, entre outras. Foi um álbum que marcou a banda e os deu a conhecer ao mundo, pois até aqui tinham sido uma banda apenas conhecida em certos circuitos alternativos.

Em 1986 é quando o sucesso se torna num fenómeno de popularidade assim que os The Cure lançam a compilação Standing on a Beach/Staring at the Sea. Boys Don’t Cry que quando foi lançado em 1980 não teve o sucesso esperado, em 1986 torna-se um hino da banda.

Em 1987 gravam no sul de França um disco duplo, Kiss Me Kiss Me Kiss Me, um projecto arrojado, com músicas pop belas contrastando com músicas cheias de raiva fazendo relembrar o periodo mais negro da banda. Why Can’t I Be You, Catch, Hot Hot Hot!!! e Just Like Heaven são algumas músicas do lado pop que contrastam com The Kiss, Torture ou If Only Tonight We Could Sleep, The Snakepit entre outras. Actuam pela primeira vez num país Lusófono – o Brasil. Porto Alegre, Rio de Janeiro, Belo Horizonte e São Paulo foram as cidades contempladas.

Em 1989, surge o album que é considerado de uma forma mais ou menos consensual o melhor álbum da banda, Disintegration. Gravado numa fase particularmente difícil para o Robert, que na altura vivia a angústia da passagem para os trinta anos e da consciencialização de que o passado não volta, conseguiu canalizar todo o seu desespero para as suas letras e música. Nunca o triste e belo estiveram tão perto da perfeição. Com este disco alcançam com os singles bastante atenção mundial. Fascination Street, Pictures Of You, e principalmente, Lullaby (#5/UK) e Lovesong (#2/USA) alcançando óptimas posições nos “tops”. Laurence Tolhurst, é afastado da banda devido aos seus problemas com o álcool e fraca contribuição para a banda. Roger O’Donnel que já tinha sido contratado anteriormente assegura a função totalmente. Após uma longa tour mundial, que inclusive passa por Lisboa (Estádio de Alvalade), Robert despede-se com um “goodbye and I’ll never see you again”. No entanto a sua ameaça não se viria a confirmar.

Em 1990 Robert Smith surpreende todo o mundo com um álbum de remixes de algumas das suas mais conhecidas músicas. Mixed Up é o nome do álbum, o qual choca tanto a crítica mundial como os seus próprios fãs.

Em 1992 sai um novo disco de orgiginais, Wish, que tinha a dificil missão de superar o admirável Disintegration. Por isso mesmo para muitos foi uma decepção. Mas esquecendo o facto de ser praticamente impossível superar tal álbum, Wish não deixa de ser notável. A Letter To Elise, High e especialmente Friday I’m In Love foram os singles, que mais uma vez atingiram os “tops” mundiais. Ignorando a parte comercial, este álbum possui igualmente temas marcantes como Open, From the Edge of the Deep Green Sea, To Wish Impossible Things, entre outras. Foi o álbum de originais que mais vendeu.

O The Cure tinha atingido o auge da sua fama. Seguiu-se mais uma gigantesca tour mundial, da qual seriam editados dois álbuns; Show (com o lado mais comercial do Cure) e Paris (priorizando as canções mais intimistas). Aqui terminava mais uma fase dos The Cure. Boris Williams e Porl Thompson estavam de partida. Roger O’Donnell já tinha sido substituído em 1990 pelo roady da banda, Perry Bamonte.

1994-1999 (Declínio Comercial)

Após a debandada e para agravar a situação, Lol Tolhurst decide colocar Robert Smith em tribunal por direitos sobre o nome da banda. Apesar de ter perdido o caso, Lol Tolhurst causa danos na banda, que neste periodo praticamente deixou de existir.

Em 1995, Robert consegue juntar alguns elementos e começa a pensar num novo álbum. Roger O’Donnel é convidado de novo para os teclados, Perry deixa os teclados e passa para a guitarra a tempo inteiro e Simon continua no baixo. Como solução para a falta de baterista, decidem colocar um anúncio na NME. Jason Cooper consegue o lugar.

Em 1996 sai um novo álbum, Wild Mood Swings, após o Wish de 1992, um periodo demasiado longo para um mundo demasiado activo e sedento de novas direcções que praticamente já os tinha esquecido e vivia absorvido pela moda do Britpop. No entanto o álbum fica bastante longe das expectativas criadas mesmo pelos próprios fãs. Um álbum bastante heterogéneo e com umas sonoridades completamente atípicas até então. Pela primeira vez um álbum de originais dos Cure tinha vendido menos que o seu antecessor. Seguiu-se uma nova tour mundial e que mesmo apesar do fracasso comercial do álbum, enchia os recintos por todo o mundo. Apresentam-se novamente no Brasil, para concertos em São Paulo e Rio de Janeiro.

Iniciava-se uma longa travessia no deserto, preenchida por alguns festivais de Verão, algumas colaborações e uma nova compilação de singles, Galore, em 1997, mas que desta vez não teve o sucesso esperado, apesar dos excelentes singles que esta compilação contém. O nome The Cure já não vendia como antes…

Em 1998 voltam a Portugal pela terceira vez, após os concertos de Alvalade em 1989 e do Super Bock Super Rock em 1995, agora regressavam para um concerto no festival do Sudoeste.

2000-2008 e Presente (Ressurgimento)

Em 2000 os The Cure regressam para segundo Robert Smith, completar a trilogia iniciada com os álbuns Pornography e Disintegration e que agora seria completada com o Bloodflowers. Logo depois da tour, segundo ele acabaria com os Cure. Mais uma vez a sua “ameaça” não seria concretizada. O disco, apesar de não estar ao nível dos outros dois, reanima sem dúvida os The Cure, reavivando o entusiasmo pela banda. O album foi nomeado para um Grammy Award, na categoria de melhor álbum de rock alternativo. Seguiu-se uma nova tour Mundial e uma certa aclamação pela banda.

Em 2002 fazem uma nova tour Europeia por alguns dos maiores festivais do velho continente entre os quais uma vez mais o festival do Sudoeste em Portugal e no fim do ano, mais concretamente em Novembro fazem três concertos inesquecíveis, os famosos concertos da trilogia (Pornography, Disintegration e Bloodflowers) nas cidades de Bruxelas e Berlim. Em cada uma destas três noites a banda apresentou-nos ao vivo estas três obras completas perante uma audiência em delírio. As duas últimas noites podem ser revistas parcialmente no DVD “Trilogy” entretanto editado pela banda.

Apesar de já algumas bandas o terem referido no passado, é por esta altura que começam mais frequentemente a referir Smith e os Cure como uma das suas principais influencias.Smashing Pumpkins, Placebo, Interpol, Mogwai, Deftones, Bloc Party, Dinosaur Jr., Blink 182, Jane’s Addiction, My Chemical Romance, são algumas das bandas que podemos referir, já não referindo uma interminável lista de bandas góticas que foram e são obviamente muito influênciadas pelos The Cure. A banda é considerada uma das bandas que mais influênciou o rock alternativo moderno. E com isto a banda recebe um prémio da revista inglesa Q, “The Most Inspiring Band” perante uma plateia que recebeu Robert Smith de pé.

Em 2004 lançam um novo álbum, The Cure é o nome do novo álbum. Aclamado pela imprensa internacional e pelos fãs e segundo alguma imprensa, o melhor álbum desde o Disintegration. A MTV promove uma homenagem aos The Cure com a presença e depoimentos de várias bandas. Entram para o Rock Walk of Fame, e passam a figurar ao lado das maiores lendas de música rock mundial. Após uma pequena Tour Europeia, que desta vez passa pelo festival de Vilar de Mouros, Robert promove uma nova revolução na banda. Perry e Roger saem da banda sem grandes revelações dos motivos para tal e Porl Thompson, guitarrista e ídolo dos fãs da banda estava de regresso. A estreia neste seu regresso deu-se nos palcos do Live 8.

Em 2005 fazem uma nova tournée com a “nova banda” por alguns dos maiores festivais Europeus e que em 2006 seria editado em DVD com o nome Festival 2005. Durante o período entre 2005 e 2007 Robert Smith protelou sucessivamente a apresentação do novo álbum da banda alegando falta de inspiração, inclusive adiando uma tournée que passaria pelos Estados Unidos e Canadá a fim de terminar o álbum o mais rápido possível. Em Julho de 2007 teve início uma digressão mundial que começou na Ásia, passou pela Oceânia (Austrália e Nova Zelândia) mas foi abruptamente adiada quando se preparava para chegar aos Estados Unidos pelos motivos acima referidos. Em 2008 esta tournée passou pela Europa, incluindo um concerto no Pavilhão Atlântico em Portugal,[83] seguindo posteriormente para a América do Norte.

Em 27 de Outubro de 2008, é lançado na maior parte dos países da UE, inclusive Portugal, o décimo terceiro álbum de originais da banda, o 4:13 Dream, após quatro singles de promoção e um EP.

O 13º álbum de estúdio do The Cure, 4:13 Dream, era originalmente um álbum duplo, contudo, o frontman Robert Smith confirmou em entrevistas que essa idéia estava esquecida, apesar do fato que 33 músicas já haviam sido gravadas. Algumas faixas do álbum foram “recicladas” de sessões de gravações mais antigas. Um exemplo é ‘Sleep When I’m Dead’, que foi originalmente escrita para o álbum de 1985, ‘The Head On The Door’, e ‘A Boy I Never Knew’, uma regravação de uma música não lançada do álbum de 2004, ‘The Cure’. Smith atestou que o álbum seria composto principalmente de músicas de batida alta, enquanto as músicas mais dark poderiam ser lançadas em um outro álbum. O álbum recebeu opiniões variadas dos críticos. Enquanto alguns elogiaram o álbum como uma das gravações mais refinadas do The Cure, outros criticaram sua produção e suas letras e melodias confortáveis e mais leves. 4:13 Dream estreou como #16 no Billboard 200, vendendo aproximadamente 24.000 cópias na primeira semana.

Discografia

“Three Imaginary Boys” / “Boys Don’t Cry” (1979)

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“Seventeen Seconds” (1980)  Ediçao de luxo

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CD 2 http://rapidshare.com/files/93888500/the_cure_-_seventeen_seconds__deluxe_edition_2005__-_upload_by_leq_.part2.rar

“Faith” (1981)

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“Pornography” (1982)

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Japanese Whispers” (1983)

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“The Top” (1984)

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The Head on The Door” (1985)

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“Kiss Me Kiss Me Kiss Me” (1987)

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“Disintegration” (1989)

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“Wish” (1992)

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“Wild Mood Swings” (1996)

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“Bloodflowers” (2000

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“The Cure” (2004)

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“4:13 Dream” (2008)

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live Paris 1993

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Mark Lanegan

Posted in Mark lenegan on abril 2, 2010 by thiagodeedee

 

Biografia

Mark Lanegan, o vocalista do Screaming Trees, tem uma longa história na música de Seattle ao lado de sua banda. E a trajetória do Screaming Trees, principalmente durante a década de 80 é recheada de conflitos internos, brigas e algumas paradas, onde durante uma delas, em 1989, o tímido e quieto vocalista Mark Lanegan resolveu fazer um álbum solo.

Naquela época, os Screaming Trees eram heróis locais, além de já ter obtido um certo reconhecimento na cena underground do rock americano, tendo gravado 3 álbuns na influente gravadora SST. Era um momento de transição na carreira da banda, onde eles tinham acabado de gravar um EP pela SubPop, oportunamente chamado de Change Has Come, e estavam acertando os detalhes para assinar contrato com uma grande gravadora.

Mark, aproveitando o tempo de inatividade de sua banda, reúne alguns amigos para tocar músicas com uma sonoridade diferente do Trees. A idéia inicial era fazer um EP de blues, Mark contou com o baterista do Trees na época, Mark Pickerel e os então desconhecidos Kurt Cobain e Krist Novoselic, do tempo em que ainda assinavam Kurdt e Chris, respectivamente. Eles ensaiaram três covers para o álbum, odiaram duas e o material foi descartado (a outra música seria Where Did You Sleep Last Night). Lanegan então resolve compor material inédito para o álbum e acaba escrevendo 20 músicas em um mês.

A gravadora SubPop fica sabendo do projeto e acaba abraçando a idéia, resolvendo lançar o álbum. Para as gravações em estúdio, Mark conta com a produção do já experiente Jack Endino e do guitarrista Mike Johnson (Dinosaur Jr.) que dá uma bela contribuição nos arranjos. O disco todo é gravado em apenas três dias e o resultado é The Winding Sheet, seu primeiro álbum solo.

O álbum obteve uma boa aceitação, sobretudo entre a crítica local e chamou a atenção exatamente pela diferença na comparação com o som do Trees. Os detaques são Ugly Sunday, Woe e Where Did You Sleep Last Night e a sonoridade do disco realmente lembra a atmosfera do blues, apesar de não conter nenhum arranjo convencional de blues ou meros clichês. Apenas duas músicas usam guitarras mais pesadas, graças a participação de Kurt Cobain nas faixas Down In The Dark e na própria Where Did You Sleep Last Night, enquanto que no resto do álbum é usado um arranjo mais atmosférico e acústico com guitarras ocasionais.

No entanto, The Winding Sheet foi encarado apenas como um projeto paralelo, e assim, a partir de 1990 foram intensas as atividades do Screaming Trees. Ainda naquele ano é lançado o álbum Uncle Anesthesia, com produção de Chris Cornell. Em 1992, foi lançado Sweet Oblivion que teve uma boa vendagem, puxado pelo “quase-hit” Nearly Lost You, e banda partiu para uma longa turnê.

O Trees chegou a gravar um novo álbum com o produtor Don Fleming, o mesmo de Sweet Oblivion, mas a própria banda descartou o material e decidiu dar mais uma parada.

Mark Lanegan finalmente pôde se dedicar ao segundo trabalho solo. Ele já vinha compondo músicas para seu um novo disco desde 1992 e o plano era de gravar o álbum todo em uma semana, ainda em 1992, mas o projeto foi atrasado, primeiro pelos problemas financeiros da SubPop. Em seguida, as constantes turnês e compromissos com o Screaming Trees adiaram o projeto até agosto de 1993, quando reunido novamente com Mike Johnson, e contando com a ajuda de vários outros músicos, foi gravado o álbum Whiskey for the Holy Ghost, que acabou lançado em janeiro de 1994.

Este segundo álbum teve uma produção bem mais cuidada que o anterior, até porque o tempo foi maior para que as músicas e arranjos fossem melhor trabalhados. Além de Mike Johnson, o principal colaborador de Mark, entre os convidados de peso estavam J.Mascis (vocalista do Dinosaur Jr., que tocou bateria em uma faixa), Dan Peters (Mudhoney), Tad Doyle (TAD) e Mark Pickerel (ex-Screaming Trees), todos bateristas. A produção ficou a cargo de Jack Endino e Terry Date além dos próprios Mark Lanegan e Mike Johnson. A crítica americana consagrou o álbum que também foi muito bem recebido na Inglaterra e as vendas, para os padrões da SubPop, entusiasmaram. Os principais destaques do disco são a belíssima The River Rise, Borracho, El Sol e House A Home (que foi lançada em single e teve videoclip lançado).

Em seguida, Mark participa do álbum Above, do Mad Season, do qual faz parte o baterista do Screaming Trees, Barrett Martin. Ele canta em duas músicas, fazendo um dueto com Layne Staley, em Long Gone Day e I’m Above.

Dois anos depois, o Screaming Trees retoma sua carreira com o lançamento do álbum Dust seguido de uma intensa turnê, que incluiu uma participação no festival Lolapalooza ao lado de Soundgarden e Metallica.

Em 1997, os problemas de Mark com drogas pesadas praticamente o derrubaram, levando o Screaming Trees a ficar mais um tempo parado. Mark teve que passar por momentos turbulentos com problemas com a lei e clínicas de reabilitação, dramas infelizmente vividos por muitos de seus colegas nessa década, como Layne Staley, Scott Weiland, Mike McCready além do exemplo mais famoso, o seu amigo Kurt Cobain.

Em 1998, um limpo e recuperado Mark Lanegan recebe um telefonema de Mike Johnson convidando para que voltassem a trabalhar juntos. Em apenas três semanas eles finalizam o terceiro álbum de Mark, Scraps At Midnight. Ao mesmo tempo em que compunham, Mark e Mike gravavam e finalizavam, as letras eram escritas por Mark momentos antes de gravá-las, ou direto no microfone, como ele costumava fazer nos primeiros álbuns dos Screaming Trees.

O disco foi gravado no Rancho de La Luna, um sítio isolado no interior da California. Na mesma oportunidade Mike também grava seu terceiro álbum solo e Mark apronta músicas para seus futuros lançamentos, um álbum de covers e um novo disco de músicas inéditas, possivelmente um álbum duplo.

Scraps At Midnight foi lançado em julho de 1998 e pela primeira vez em sua carreira solo, Mark Lanegan saiu em turnê para divulgar o disco, contanto com uma banda de peso, onde contava mais uma vez com Mike Johnson e o grande baixista Ben Shepard, ex-Soundgarden. O som de Scraps mostra uma mistura de folk e blues com arranjos um pouco mais descuidados que no álbum anterior, soando mais “ao vivo”. As melhores músicas são Stay, Last One In The World, Wheels e Praying Ground.

Durante esse período, foi noticiado que Lanegan seria o vocalista para o segundo álbum do Mad Season, renomeado como Disinformation, mas o projeto foi abandonado depois da morte do baixista John Baker Saunders. Mark também teria ensaiado músicas para um futuro projeto juntamente com os integrantes do Tuatara, banda experimental de jazz/rock, formada pelo guitarrista Peter Buck (R.E.M.) e o baterista Barrett Martin (Screaming Trees, Mad Season).

Em 1999, é lançado o álbum de covers I’ll Take Care of You, cuja sonoridade se aproxima a do álbum anterior, Scraps At Midnight. Arranjos despretensiosos e espontâneos com algumas músicas baseadas apenas em violão e voz. Os destaques do álbum são Carry Home (do Gun Club), Shiloh Town e Consider Me (de Eddie Floyd). Desta vez, não houve turnê nem shows de divulgação.

Ainda em 1999, o Screaming Trees se reúne para iniciar a pré-produção para o novo álbum, é gravada uma demo com quatro músicas novas. Em fevereiro de 2000 a banda faz dois shows no Viper Room em Los Angeles, com o intuito de assinar com alguma gravadora, o que acaba não acontecendo. Em junho, durante a inauguração do EMP, o museu do rock em Seattle, o Screaming Trees faz o derradeiro show de sua carreira.

Após o fim do Screaming Trees, Mark Lanegan volta a se concentrar em sua carreira solo, a idéia inicial de lançar um álbum duplo é descartada e em 2001 é lançado Field Songs, com a participação de Ben Shepherd, Mike Johnson entre outros. De novo, Lanegan resolve não fazer shows, optando por participar como vocalista convidado na turnê do Queens of the Stone Age. Ainda em 2001, Mark participa do novo álbum do QOTSA e trabalha junto com Greg Dulli (ex-vocalista do Afghan Whigs) em um novo projeto, ainda sem previsão de lançamento.

A participação no Queens acabou florescendo e Lanegan tornou-se integrante fixo da banda, que lançou o elogiadíssimo álbum “Songs For The Deaf” em 2002. Depois de um ano e meio de shows com o Queens, Lanegan voltaria a pensar em sua carreira solo apenas em 2003. Nesse meio tempo, o Queens se tornou uma das bandas mais importantes da atualidade, teoricamente aumentando a visibilidade do trabalho solo de Mark Lanegan.

Em 2003, durante os intervalos da concorrida agenda do Queens, Lanegan grava as músicas de seu sexto álbum solo, intitulado “Bubblegum”, inicialmente previsto para ser lançado em setembro. A “comunidade” do Queens of the Stone Age participou em peso do disco: os integrantes Josh Homme e Nick Oliveri, Chris Goss (produtor de vários discos do Queens e integrante do Master of Reality); além de nomes conhecidos como PJ Harvey, Greg Dulli (Afghan Whigs, Twilight Singers) e Alain Johannes (Eleven). Trata-se da primeira vez que Lanegan grava um disco sem a participação de Mike Johnson, parceiro de longa data.

No entanto, depois de uma seqüência de adiamentos, “Bubblegum” acabou ficando apenas para 2004, sendo substituído pelo EP “Here Comes That Weird Chill”, lançado em novembro.

Ainda que “Here Comes That Weird Chill” mantenha o clima sombrio dos trabalhos anteriores, é um disco bem diferente, com uma sonoridade mais pesada e suja, com muitas distorções e efeitos, servindo como indicativo de uma nova direção em sua carreira. A mudança passa também pelo nome, a partir de “Here Comes That Weird Chill” Lanegan passa a assinar seus discos como Mark Lanegan Band.

No fim de 2003, Lanegan embarca em turnê de uma dezena de shows na Europa e Estados Unidos. Entre os integrantes da Mark Lanegan Band estavam o guitarrista Troy Van Leeuwen (Queens of the Stone Age, A Perfect Circle), Greg Dulli tocando teclados (!) e Brett Netson (do Caustic Resin, onde toca ao lado de Mike Johnson). O ponto alto da turnê foi em Seattle, onde Lanegan chamou ao palco Ben Shepherd (Soundgarden), Mike Johnson e Van Conner (Screaming Trees) e Dulli para tocar os clássicos “River Rise” e “Dollar Bill”, do Screaming Trees.

(Biografia retirada do site wiplash.net)

 

Discografia

The Winding Sheet

link  www.megaporn.com/?d=0S5IJKW4

Whiskey For The Holy Ghost

link www.megaupload.com/?d=UHRTOCER

Scraps At Midnight

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I’ll Take Care Of You

link www.megaporn.com/?d=P9QZ7D10

Field Songs

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Here Comes That Weird Chill [EP]
Methamphetamine Blues, Extras & Oddities

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Bubblegum

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temple of the dog

Posted in Temple of the dog on abril 1, 2010 by thiagodeedee

 

 

Biografia

O Temple of the Dog foi mais um projeto temporário de alguns amigos em homenagem ao cantor Andrew Wood do que propriamente uma banda. Andrew foi vocalista do Mother Love Bone, uma das bandas pioneiras do grunge, e morreu em março de 1990, vítima de uma overdose de heroína.

Fizeram parte desse projeto: dois membros do Soundgarden, o vocalista Chris Cornell (que conhecia Andrew pois havia sido seu companheiro de quarto em Seattle) e o baterista Matt Cameron; dois ex-membros do Mother Love Bone, o guitarrista Stone Gossard e o baixista Jeff Ament; além de dois ainda desconhecidos amigos de Gossard, o vocalista Eddie Vedder e o guitarrista Mike McCready.

Gravaram um único álbum auto-intitulado, que saiu pela A&M Records, em 1991. O disco recebeu críticas positivas, mas só recebeu a atenção que merecia depois que o Pearl Jam (banda formada por Gossard, Ament, Vedder e McCready após o fim do Temple of the Dog) estourou ao redor do mundo com seu primeiro disco chamado “Ten”.

O nome Temple of the Dog foi tirado de uma das músicas compostas por Andrew para o Mother Love Bone, chamada “Man of Golden Words”. Destacam-se nesse disco algumas excelentes músicas como “Say Hello 2 Heaven” e “Reach Down” (ambas compostas por Chris Cornell quando soube da morte do antigo amigo), além da bela “Hunger Strike”, onde Cornell e Vedder protagonizam um inesquecível dueto.

Depois do fim dessa homenagem, Cameron e Cornell voltam para o Soundgarden e o resto, como dito acima, forma o Pearl Jam, que é hoje uma das mais populares bandas nascidas na esfervecente Seattle do início década de 90.

Logo após a finalização do álbum, aconteceu o único show do Temple of the Dog, em 13.11.90. Em Setembro de 1992 os membros se reúnem pela última vez, no último show do festival Lollapallooza daquale ano (que contava com a presença do Soundgarden e do Pearl Jam).

O Pearl Jam ocasionalmente inclui ‘Hunger Strike’ em alguns de seus shows.

Recentemente, Chris Cornell incluiu na setlist da turne do álbum Euphoria Morning a música “All Night Thing” do Temple Of The Dog.

(Biografia retirada do site whiplash.net)

Discografia

Temple of the dog

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Mother love bone

Posted in Mother love bone on abril 1, 2010 by thiagodeedee

 

 

 

 

Biografia

O Mother Love Bone foi uma banda formada em 1988 em Seattle, Washington por ex-membros das bandas Green River e Malfunkshun. A personalidade carismática e as composições do vocalista Andrew Wood levaram a banda a ser notada na cena underground de Seattle, e no início de 1989 a banda assinou com a gravadora Polygram.

No final de 1989, a banda lançou seu primeiro EP, “Shine”, que vendeu muito bem e muito rápido, aumentando ainda mais o hype em volta da banda. Logo a banda retornou ao estúdio para gravar seu album de estréia, “Apple”.

No início de 1990, apenas alguns dias antes do lançamento de seu primeiro album, a banda perde o vocalista Andrew Wood, vítima de overdose. Com a tragédia, os remanescentes do Mother Love Bone procuraram outro vocalista e, encontrando o surfista Eddie Vedder, formaram o Pearl Jam.

Discografia

Chine

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Aplle

Nao reparem no provedor nao pode baixar tranquilo que é o album mesmo

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Izzy stradlin

Posted in Izzy stradlin on abril 1, 2010 by thiagodeedee

 

 

 

 

 

 

Biografia

Jeffrey Isbell (alguns creditam Isabelle), judeu, nasceu em 8 de Abril de 1962, em Lafayette, Indiana. Influenciado por Alice Cooper, Led Zeppelin e principalmente Rolling Stones, pediu aos pais para comprarem uma bateria. Foi baterista até 1983, quando a trocou pela guitarra. No ensino médio, fundou uma banda com amigos de Lafayette, entre eles ninguém menos que Axl Rose. Depois de sua formatura, Izzy Stradlin se mudou para Los Angeles. Lá tocou bateria e baixo em algumas bandas.

Em Los Angeles, através do amigo Tracï Guns, Izzy conheceu o guitarrista californiano Chris Weber, e junto com ele e Axl Rose, formou a banda Rose, que depois mudaria de nome para Hollywood Rose. Izzy tocava guitarra no Hollywood Rose com um estilo “speed metal”, com riffs poderosos. A banda chegou a compor e gravar pelo menos 10 músicas, entre elas algumas que depois seriam regravadas pelo Guns N’ Roses como “My Way Your Way” (que recebeu nova letra e foi rebatizada de “Anything Goes”), “Wreckless Life” (regravada como “Reckless Life”, sem o terceiro verso da letra original), “Shadow of Your Love” e “Back off Bitch” (regravadas na íntegra).

Eventualmente o Hollywood Rose acabou, mas e Axl e Izzy voltaram a tocar juntos novamente no Guns N’ Roses. Diversos músicos passaram pela banda, mas a formação se estabilizou com Axl Rose, Izzy Stradlin, Slash, Duff e Steven. Apesar de Slash ser sem dúvida o guitarrista mais conhecido da banda, Izzy Stradlin pode ser considerado o principal responsável pela composição das músicas do Guns N’ Roses. Uma história curiosa que comprova isso é sobre a composição de “Sweet Child o’ Mine”, um dos maiores sucessos do Guns N’ Roses. Slash estava tocando o riff de abertura da música “de brincadeira” e Izzy começou a acompanhá-lo. Slash pediu para Izzy parar, dizendo algo como “você não quer fazer uma música com esse riff, não é?”. Izzy disse que sim, que o riff era muito bom e insistiu para que ele tocasse novamente.

A banda tornou-se célebre em 1986 no circuito de Los Angeles, passando rapidamente de desconhecida para principal atração de bares como Roxy, Whisky a Go Go, Troubadour e outros clubes da famosa “Sunset Strip”, em Hollywood. Izzy era uma espécie de mentor da banda nessa época, e defendeu fortemente que o Guns N’ Roses adotasse o visual “glam” fortemente inspirado na banda Hanoi Rocks. Em 1986, o Guns N’ Roses lançou um EP entitulado “Live! Like a Suicide”, que apresentava quatro gravações de estúdio com som de audiência sobreposto na gravação para simular um show ao vivo. Não se sabe qual a opinião de Izzy a respeito desse “engodo”.

Em 1987, o Guns N’ Roses lançou Appetite for Destruction, com 12 faixas, pela Geffen Records. Em uma entrevista sobre o álbum, a banda identificou a música “Think About You” como “a música do Izzy”, provavelmente porque Izzy havia composto a música inteira antes de apresentá-la à banda. A banda saiu em turnê pelos Estados Unidos para divulgar “Appetite…” e também fez uma mini turnê pela Europa com shows na Inglaterra, Alemanha e Holanda. Após um ano de turnê, a banda tornou-se mundialmente conhecida com os hits “Sweet Child o’ Mine”, “Welcome to the Jungle” e “Paradise City”.

Em 1988 a banda lançou seu segundo álbum, que seria chamado “The Sex, The Drugs, The Shocking Truth”, mas eventualmente teve seu nome mudado para “GN’R Lies”. Esse disco continha as quatro músicas lançadas no EP “Live! Like a Suicide” e outras quatro músicas acústicas, incluindo a polêmica “One in a Million”. A balada “Patience”, maior hit desse álbum, foi praticamente escrita por Izzy Stradlin, e Axl Rose fazia questão de dizer isso em todos praticamente todos os shows da banda. Naquele ano, a banda seguiu em turnê pelos EUA abrindo shows para bandas como Aerosmith e também tocou no Japão e na Austrália.

Ao final de dois anos de turnê ininterrupta para promover “Appetite for Destruction” e “GN’R Lies”, Izzy e seus companheiros de banda haviam chegado no topo do rock n’ roll. O Guns n’ Roses podia então bancar uma vida de excessos regada a muito sexo e drogas. Izzy se tornou usuário de cocaína e desenvolveu vício por heroína. O guitarrista chegou a causar confusões em público e foi preso após um escândalo em um avião, no qual teria urinado no chão e ofendido uma aeromoça, além de fumar na seção dos não-fumantes.

Em 1989, Izzy realizou um sonho de sua vida quando o Guns N’ Roses abriu quatro shows em Los Angeles para os Rolling Stones. Naquele mesmo ano, Izzy realizaria um sonho ainda maior ao tocar com seus ídolos no palco. Izzy e Axl tocaram a música “Salt of the Earth” em dois shows dos Roling Stones em Atlantic City. Um detalhe extremamente curioso é que Izzy teve que ensinar seu ídolo Keith Richards a tocar a música pois fazia anos que ele não tocava e já não se lembrava mais dos acordes. Após os shows com o Rolling Stones, o GunsNn’ Roses entrou em estúdio para gravar seu próximo álbum.

As gravações de Use Your Illusion começaram ainda em 1989. Segundo Izzy, a banda gravou todas as bases instrumentais para as músicas em cerca de dois meses, mas Axl levou mais de um ano para gravar os vocais. Nesse período, a banda trocou de baterista: Steven Adler foi demitido e em seu lugar entrou Matt Sorum. Izzy não gostou da troca, pois achou que Matt Sorum não tinha o mesmo “groove” nem o “feeling” de Steven Adler. Ele não disse nada para a imprensa à época, mas algum tempo depois desabafaria dizendo que a entrada de Matt Sorum havia transformado o Guns N’ Roses numa banda de heavy metal. Também durante as gravações de Use Your Illusion, o Guns N’ Roses ganhou um sexto membro, o tecladista Dizzy Reed.

Em janeiro de 1991, a banda fez dois show históricos no Rock in Rio II, no Rio de Janeiro, apresentando em primeira mão diversas músicas que seriam lançadas em Use Your Illusion. Quatro meses depois, a banda iniciou uma turnê pelos EUA ainda sem lançar os discos. Nessa turnê, Axl Rose começou a comportar-se como uma prima donna e queria controlar os rumos da banda. Izzy irritou-se com os atrasos nos shows e outros problemas. Nesse período o guitarrista estava tentando largar as drogas e a vida em turnê tornava isso quase impossível. Por isso Izzy passou a viajar separado da banda na turnê de Use your Illusion para manter-se sóbrio.

Irritado com o rumo que as coisas estavam tomando – “O que aconteceu com cinco caras tocando rock n’ roll?”, perguntaria depois, sobre toda a confusão e o gigantismo do Guns N’ Roses – Izzy decidiu deixar a banda em 1991. Uma decisão surpreendente, pois fazer parte do Guns N’ Roses em 1991 era o sonho de nove entre dez músicos. Izzy foi substituído por Gilby Clarke, guitarrista conhecido na cena underground de Los Angeles. O último show de Izzy Stradlin como membro do Guns N’ Roses foi no dia 31 de agosto de 1991, no estádio de Wembley, em Londres, na Inglaterra. A música “Live and Let Die” tocada nesse show foi transmitida ao vivo pela MTV durante sua premiação anual “Video Music Awards”.

A banda voltou a tocar em dezembro de 1991 (pouco mais de três meses após Izzy sair) acompanhada por diversos músicos contratados: tecladistas, naipe de metais, backing vocals, etc. Era como se a banda tentasse suprir a ausência de Izzy com a entrada de novos instrumentistas. A verdade é que a partir da saída de Izzy o Guns N’ Roses perdeu seu som característico e passou a ser uma paródia de si mesmo. Izzy chegou a retornar ao Guns por cinco shows da banda em 1993 quando Gilby Clarke machucou o braço, mas foi só. Ainda que tenha seguido tocando sem Izzy por mais dois anos, a banda não gravaria mais nenhum disco inédito após sua saída. O Guns N’ Roses não suportou a perda.

Pouco tempo após sair da banda, Izzy Stradlin reuniu o guitarrista Rick Richards, o baixista James Ashurst e o baterista Charlie Quintana para gravar um disco. Em 1992, ele lançou o disco “Izzy Stradlin and the Ju Ju Hounds”, cujo maior sucesso foi a música “Shuffle it All”. Izzy saiu em turnê mundial com sua banda e planejava gravar novos discos, mas as vendas decepcionaram e a banda acabou de desmanchando. Antes disso, a banda chegou a lançar um EP com gravações ao vivo no Japão. Existem também alguns bootlegs de shows dessa época. O álbum foi descrito por um crítico de música como “o melhor disco dos Rolling Stones não feito pelos Stones”.

Após o fim dos Ju Ju Hounds, Izzy passou um lomgo tempo sem gravar. Em 1998, lançou seu segundo álbum solo, “117°”, que contou com a participação de Rick Richards e do seu companheiro de Guns N’ Roses, Duff Mckagan. Nos anos seguintes lançaria mais seu terceiro, quarto e quinto álbum sol “River” (1999), “Ride On” (2000) e “On Down the Road” (2001), os dois últimos lançados apenas no Japão. Izzy chegou a gravar um novo álbum “Like a Dog” mas não o lançou imediatamente, tendo produzido apenas 975 cópias promocionais que não chegaram a ser distribuídas para rádios. Após os fãs organizarem uma petição na internet, Izzy decidiu comercializar “Like a Dog” diretamente pela internet, por US$ 20,00 (incluindo taxa de entraga para qualquer lugar do planeta). Informações sobre como comprar o disco podem ser encontradas no site http://www.beenafix.com e outros sites de fãs de Izzy.

Entre as melhores músicas de Izzy Stradlin estão as baladas “Sweet Caress” (do disco “On Down the Road”) e “Chop Away” (de “Like a Dog”), que faz lembrar muito Patience, tanto pela qualidade como pelo alto potencial de se tornarem hits mundiais, o que não acontece porque a carreira de Izzy Stradlin é solenemente ignorada pela mídia.

Em 2003, Izzy voltou a tocar com Duff, Slash e Matt Sorum durante o processo de formação da banda Velvet Revolver. Os quatro músicos gravaram cerca de 15 músicas que foram descritas por Slash como “o melhor álbum instrumental do Guns N’ Roses”, mas que nunca foram lançadas. Alguns fãs do Guns N’ Roses seriam capazes de fazer loucuras para obter essas gravações. Na época, Izzy chegou a sugerir que os quatro saíssem em turnê, mas Slash, Duff e Matt queriam encontrar um vocalista. Izzy desistiu de permanecer com o trio, que eventualmente formou o Velvet Revolver com o cantor Scott Weiland e o guitarrista Dave Kushner. Izzy chegou a fazer algumas participações especiais em shows do Velvet Revolver. No mesmo período, Izzy juntou-se novamente aos antigos companheiros de banda num show do Camp Freddy. Acompanhados por outros músicos, Izzy, Slash, Duff e Matt tocaram “Mr. Bronstone” e “Jumpin’ Jack Flash”, com Izzy nos vocais.

Em 2004, Izzy gravou duas músicas com Steven Adler, sendo uma delas “Do You Love Me” (uma das favoritas de seu ídolo Johnny Thunders), que foi divulgada na internet. As gravações nunca foram lançadas comercialmente.

Em 2006, surpreendendo muitos fãs, Izzy subiu ao palco junto com o Guns N’ Roses, a nova formação da banda que conta com Axl Rose e músicos que não faziam parte da formação original. Foi a primeira vez que Axl e Izzy apresentaram-se juntos em público desde 1993. A primeira aparição de Izzy nos shows do Guns N’ Roses aconteceu em Nova Yorque, em maio de 2006.. Após isso, Izzy voltou a tocar com a banda inúmeras vezes na Europa, em músicas como “Think About You”, “Nightrain”, “Used to Love Her”, “Patience” e “Nightrain”. Ao longo da turnê, Izzy passou a tocar também a música “You Gotta Move” e, no penúltimo show da turnê européia do Guns N’ Roses, tocou três covers com a banda: “Sailing” (Rod Stewart), “Back in the USSR” (Beatles) e “Sway” (Rolling Stones).

No final de 2007, Izzy lançou o álbum Fire, o oitavo disco solo da carreira e o primeiro totalmente acústico. Infelizmente, o álbum foi lançado apenas no formato digital, pela loja virtual de música ITunes.
 
Albuns
izzy stradlin And The Ju Ju Hounds (1992)
link  quebrado depois arrumo!!!www.4shared.com/file/201736948/46cce02f/Izzy_Stradlin_And_The_Ju_Ju_Ho.html
Izzy Stradlin River (2001)

link www.4shared.com/account/file/201282178/cb8dd5a1/Izzy_Stradlin_-_River.html

Izzy Stradlin like a dog (2005)

link www.4shared.com/file/201743188/6194d2b9/Izzy_Stradlin_-_Like_a_Dog.html

Days of the New

Posted in Days oh the New on março 31, 2010 by thiagodeedee

 

 

Biografia

Talvez o Days Of The New possa ser colocado como uma versão adolescente e tão dinâmica quanto o legendário quinteto de Seattle, Pearl Jam. Formado pelos amigos de escola Travis Meeks (vocal), Jesse Vest (baixo) e Matt Taul (bateria), o trio muda-se de Charlestown, em Indiana, para Louisville aonde conhece o guitarrista Todd Whitener. O agora quarteto cai nas mãos do produtor já veterano Scott Litt (REM, The Replacements), então dono da Outpost Records, por volta de 1996. A banda grava seu primeiro disco, “Days Of The New” e o lança em 1997, e logo este passa a tocar nas rádios alternativas. O primeiro single, chamado “Touch, Peel and Stand”, chega ao topo das paradas de rock e a banda é convidada para abrir 34 shows da turnê de Jerry Cantrell e Metallica.

Em 1998, a banda se separa (Matt, Jesse e Todd formam o Tantric), mas Travis decide não terminar a banda, começando imediatamente a preparar um novo disco, em seu estúdio em Lousville. O segundo álbum, “Days of the New II”, sai no ano de 1999, e foi produzido por Bill Klatt. Travis toca praticamente tudo no disco, e conta com a participação da vocalista Nicole Scherzinger e de arranjos orquestrais.

Travis Meek Ao longo dos últimos anos, tem sido bastante comentado o caminho pelos quais se esgueira a música do Days of the New. Travis Meek, líder da banda, é tido como um homem de talento na sua música e em suas idéias. Durante a infância, Travis passou por diversos problemas emocionais e de aprendizado. Viveu afastado dos pais durante um longo tempo, morando em internatos durante boa parte da adolescência e chegou a se envolver em tentativas de suicídio. “Eu não posso me lembrar exatamente de algum momento em minha vida que eu não estivesse tocando, escrevendo ou trabalhando em algo e não tivesse haver com música. Eu sempre vivi a música 24 horas por dia, e nunca me dei conta disso. Algo que era um problema, mas eu transformei em benção”.

Travis começou a tocar guitarra elétrica aos 11 anos e aos 15 já tocava suas próprias composições. Aos 16 começa a se interessar pelo som acústico, característica que marca o Days of the New.

Em junho de 2001 é lançado o terceiro disco da banda, mais uma vez intitulado apenas Days of the New. A banda, que agora possui o baterista Ray Rizzo e o baixista Mike Huettig, segue sua tendência de misturar elementos do chamado rock de Seattle com rock progressivo, resultando num som bastante intrincado e elaborado, reflexo de seu líder, Travis Meeks, um músico bastante técnico e absolutamente perfeccionista. O disco foi gravado novamente nos estúdios de Travis, e produzido por Ron Aniello e Bill Klatt. Para a turnê de divulgação, o Days of the New ganhou o reforço do guitarrista Chuck Mingis.

Em 2003 Travis tem problemas com drogas e entra em uma clínica de reabilitação, saindo logo depois disposto a continuar com o Days of the New.

Discografia

Days of the new I – 3 de Junho de 1997

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Days of the new II – Agosto de 1999

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Days of the new III – Setembro de 2001

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Pagina inicial

Posted in Pagina inicial on março 31, 2010 by thiagodeedee

 

Quem Sou Eu

Meu nome é thiago moro na cidade de caratinga e sou um amante da boa musica, espero que todos gostem do blog.

Email: Thiagodeedee@hotmail.com

  • Este blog foi feito para  compartilhar um pouco do bom rock and roll que eu curto
  • Todas as postagens de bandas estão na barra na lateral da pagina na parte de discografia disponíveis
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